Ser uma pessoa extrovertida não é ser a pessoa mais engraçada, ou a mais risonha. Querer ser uma pessoa extrovertida é basicamente querer fazer os outros rirem.
É normal as pessoas acharem que se a pessoa é extrovertida é feliz todo o tempo, porque simplesmente vive com um sorriso no rosto, mas não é bem assim não. Essa pessoa também tem problemas, porém ela deixa os problemas de lado, para animar os outros.
Na maioria das vezes, as pessoas as veem, como uma pessoa legal, porque ela passa o seu tempo fazendo os outros rirem e vive ajudando os outros quando é possível.
Uma pessoa extrovertida não é nada a mais do que uma pessoa feliz, que compartilha sua felicidade e chama atenção pelos risos constantes que ela faz acontecer, sempre quando está presente, traz consigo um sorriso com tempo indeterminado para acabar.
"Rir deixa a vida mais feliz."
Eduarda V. Lima
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Amar
Ah, o amor. Tratado como algo maravilhoso por alguns e, como algo absurdamente desnecessário por outros.
Eu tenho minha opinião formada sobre isto, mas, ela muda de pessoa pra pessoa.
Este sentimento muitas vezes é confundido com a "paixão" e algumas vezez pode acabar machucando. Ninguém sairá sem mágopas quando amar, pois querendo ou não uma hora, um terá que partir. Não, eu não estou querendo ser uma pesssoa pessímista, mas pense comigo... Quando nascemos, consequentemente estamos começando a morrer, não é nada mais, nada menos que isso.
E se um se for, o outro vai se machucar, pois o amor é como um elástico, quem soltar primeiro, machuca o outro.
Porém me diga... Quem não ama amar?
Nathany P. Borba
Eu tenho minha opinião formada sobre isto, mas, ela muda de pessoa pra pessoa.
Este sentimento muitas vezes é confundido com a "paixão" e algumas vezez pode acabar machucando. Ninguém sairá sem mágopas quando amar, pois querendo ou não uma hora, um terá que partir. Não, eu não estou querendo ser uma pesssoa pessímista, mas pense comigo... Quando nascemos, consequentemente estamos começando a morrer, não é nada mais, nada menos que isso.
E se um se for, o outro vai se machucar, pois o amor é como um elástico, quem soltar primeiro, machuca o outro.
Porém me diga... Quem não ama amar?
Nathany P. Borba
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Adolescência
Adolescência, ninguém consegue definir, muitos ficam ansiosos para que chegue, outros já pensam “meu Deus, passou muito rápido”.
Posso dizer por mim, que não estou ansiosa para que essa fase chegue, não sei bem definir para falar a verdade porque nunca me atrevi a definir para falar a verdade nunca me atrevi a falar sobre a adolescência, é como falar “hum, ah, ba” usando termos talvez inadequados para definir algo que ainda não vivi.
Não devemos ficar ansiosos para chegar isso, essa tal adolescência, porque devemos viver o hoje, sempre.. deixar o futuro para depois, porém na verdade não somos nós ficamos ansiosos mas sim nossos pais, que sempre estão preocupados conosco, achando que com a adolescência virão perguntas, pedidos, como sair à noite a uma festa ou coisas assim. Nós, adolescentes do século XXI, sabemos como nos cuidarmos.
Vocês estão certos, adolescentes que são loucos, cada um com a sua opinião, é verdade, ainda temos juízo e ao contrário do que pensam sobre nós com os estudos, queremos um futuro e o que eu falar pode ser egoísmo, a gente só quer ter as nossas coisas. Somos o futuro da nação.
Claro que nós temos vantagens também como não precisar pagar contas, que para mim, é a maior vantagem.
“Eu estou com sono” é e sempre será a nossa resposta para qualquer pergunta. Quando os adultos perguntam se nós estamos tristes, ou bravos é o que respondemos, então fica a dica se você que está lendo esse texto. É adulto agora sabe que se um adolescente responder isso aconteceu algo.
Termino esse texto falando sobre a adolescência, usando um modo diferente de falar, porém não inadequado. Contudo pude concluir que talvez ser adolescente não seja tão diferente assim, mas pede mais responsabilidade, se fosse para se falar como é a vida de um adolescente em uma frase seria “criança para algumas coisas e adulto para as outras”. Cinza, meio termo.. sorte que nos divertimos.
E o mais engraçado é que o futuro está em nossas mãos.
“Bicho Estranho.”
Eduarda V. Lima
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Nem tudo é perfeito
Era um dia como qualquer outro. Eu tinha aula, me levantei, tomei café, me arrumei e fui para aula.
Cheguei em casa meio-dia e quinze, almocei, troquei de roupa e liguei o computador,. Como de costume, abri o MSN, e entrei no orkut, porém havia um convite para aceitar no orkut. Eu normalmente não aceito desconhecidos, então, recusei, era uma menina chamada Rafaela. Quando me dei conta, ela era da minha sala. Era linda, morena, olhos verdes, um corpo que dava inveja a muitas. Então eu a adicionei.
Depois de uns dez minutos ela me aceitou, e pediu meu MSN, ela me adicionou, e me chamou, ficamos umas duas horas conversando. Logo depois, ela botou um amigo dela na conversa, o Lucas, ou como ela chamava, o '' Preto ''.Conversamos por horas, praticamente viramos a noite conversando. Ele me adicionou e começamos a conversar constantemente.
Comecei a gostar do Lucas, de outra forma, porém havia um problema, eu Bruna, sou de Porto Alegre, e ele de Joinville. E também eu, nem sabia se ele gostava realmente de mim.
Resolvi falar para ele o que eu realmente sentia! Para minha surpresa, ele falou que sentia a mesma coisa.
O Lucas, tinha pele clara, olhos castanhos esverdeados, usava aparelho, cabelos negros, tinha mais ou menos 1,85 de altura. O único problema é que ele completaria 19 anos em outubro, dia 10. E eu, tinha apenas 15. Meus pais jamais iriam apoiar esse relacionamento, ainda mais com um menino que conheci pela internet. Eu haveria que enfrentar, muitas coisas por esse amor. E eu estava a TUDO por ele para mim, só pra mim.
Passaram-se alguns dias, e esse amor crescia cada vez mais dentro de mim, a vontade de abraça-lo, senti-lo, e toca-lo aumentava.
Aconteceu uma coisa inesperada, minha mãe, havia sido transferida, e para Joinville, claro que eu fiquei muito feliz. Mas, meu pai teria que continuar morando em Porto, e isso me deixou meio mal, eu o veria, apenas duas vezes ao mês, mas mesmo assim, eu preferia morar com minha mãe.
Depois de um mês, fui me despedir dos meus amigos, quando eu vi a Rafaela, corri para abraça-la, aperta-la, dei um beijo na bochecha, e me despedi.
Chegando em casa, arrumei minhas coisas, pois teria que ir para o aeroporto logo cedo. Dormi por apenas três horas. Me levantei quando o celular despertou. Me arrumei, peguei as malas fui até meu pai me despedir, e fui para o táxi.
Quando estava perto do aeroporto meu celular tocou, era o Lucas, atendi correndo, e contei que iria me mudar, ele quase gritou no telefone, começou a falar que me amava e que iria me esperar lá no aeroporto de Joinville. Automaticamente abriu um sorriso em meu rosto, dei tchau e desliguei. Minha mãe ficou meio que sem entender o motivo pelo qual eu fiquei boba.
Chegamos ao aeroporto, ficamos uma hora esperando o voo. Nos chamaram oito e quinze da manhã. Fiquei na cadeira da janela. Como Porto Alegre fica '' perto '' de Joinville, não demorou muito, mais ou menos 45 minutos.
Quando cheguei lá, fui pegar as malas, e fiquei procurando o Lucas... Depois de tanto procurar, vi um menino de calça jeans e uma blusa do Inter.
Fui até ele, quando ele se virou, fui até ele e dei um abraço. Era ele! Porém, não deu tempo para nada, minha mãe me viu, e foi correndo saber o que estava acontecendo. Foi automático, ela me puxou e fez explicar aquela cena. Então eu contei tudo para ele, desde a conversa em grupo. Ela ficou meio que comovida com a história, é ( risos ). Ela foi até o Lucas, e começou com aquelas falas tipicas de mãe, foi tenso.
Enfim, ela terminou aquela droga de conversa, e me chamou para ir embora. Então abracei ele, e fui com a minha mãe.
Chegamos no apartamento, onde iriamos morar. Ele era bom, tinha dois quartos, sala, cozinha, um banheiro grande, área de serviço. Minha mãe já havia providenciado, os móveis e a comida.
Eu estava muito cansada, então fui tomar um banho e almoçar. Antes de sair, liguei para meu pai, e falei do Lucas, ele ficou meio bravo mas acabou aceitando.
Fui almoçar, já era mais ou menos uma hora da tarde, então eu e minha mãe almoçamos e fomos em um shopping que havia ali perto.
Quando chegamos lá, fomos direto comprar roupas, como de costume. Dentro de uma loja, esbarrei com um menino, quando olhei para o rosto, era ele, com seu sorriso que me deixava sem fôlego, olhei fixamente para ele, minhas mãos suavam frio, e não conseguia parar de olhar aqueles lindos olhos castanhos esverdeados... Ficamos assim até que ele me chamou, e eu “ acordei “. Ele pediu para sair comigo, não pensei duas vezes, aceitei sem pensar duas vezes. Dei um beijo na bochecha. Fui ao encontro da minha mãe.
Passei a tarde inteira no shopping, comprei uma roupa para sair com o “Preto”. Cheguei de manhã, acordei acordei com minha mãe gritando:
Bruna, Bruna, 10 horas, acorda!
Levantei aos pulos, e fui tomar um café. Eu estava tão feliz, eu achava que nada poderia estregar aquele sonho! Sim, eu era idiota.
Minha mãe foi trabalhar quase meio-dia, e eu fiquei em casa. Estava em férias, então arrumei a casa. Quando terminei, fui procurar a roupa que eu gostasse para ir até a casa do Lucas.
Ele me ligou para passar o endereço e falou que me esperava lá as 7 da noite.
Eu me arrumei, coloquei uma blusa estampada, com uma saia de cintura alta preta, passei uma maquiagem básica, e sequei o cabelo. Quando olhei no relógio, ainda era seis e quinze, e como a casa do Lucas ficava meio longe, resolvi sair e pegar um taxi.
Cheguei lá, mais ou menos 18:45.
Como ele havia dito para mim entrar sem bater, eu entrei. Quando abri a porta estava meio escuro, quando fui na sala, ele estava aos beijos com outra menina, ele me viu e foi atrás de mim, eu dei um tapa nele, e fui para casa.
Acabei que fui morar com meu pai, e com esse “romance”, aprendi que nem sempre devemos confiar em todos, e em tudo o que dizem.
Nathany P. Borba
Cheguei em casa meio-dia e quinze, almocei, troquei de roupa e liguei o computador,. Como de costume, abri o MSN, e entrei no orkut, porém havia um convite para aceitar no orkut. Eu normalmente não aceito desconhecidos, então, recusei, era uma menina chamada Rafaela. Quando me dei conta, ela era da minha sala. Era linda, morena, olhos verdes, um corpo que dava inveja a muitas. Então eu a adicionei.
Depois de uns dez minutos ela me aceitou, e pediu meu MSN, ela me adicionou, e me chamou, ficamos umas duas horas conversando. Logo depois, ela botou um amigo dela na conversa, o Lucas, ou como ela chamava, o '' Preto ''.Conversamos por horas, praticamente viramos a noite conversando. Ele me adicionou e começamos a conversar constantemente.
Comecei a gostar do Lucas, de outra forma, porém havia um problema, eu Bruna, sou de Porto Alegre, e ele de Joinville. E também eu, nem sabia se ele gostava realmente de mim.
Resolvi falar para ele o que eu realmente sentia! Para minha surpresa, ele falou que sentia a mesma coisa.
O Lucas, tinha pele clara, olhos castanhos esverdeados, usava aparelho, cabelos negros, tinha mais ou menos 1,85 de altura. O único problema é que ele completaria 19 anos em outubro, dia 10. E eu, tinha apenas 15. Meus pais jamais iriam apoiar esse relacionamento, ainda mais com um menino que conheci pela internet. Eu haveria que enfrentar, muitas coisas por esse amor. E eu estava a TUDO por ele para mim, só pra mim.
Passaram-se alguns dias, e esse amor crescia cada vez mais dentro de mim, a vontade de abraça-lo, senti-lo, e toca-lo aumentava.
Aconteceu uma coisa inesperada, minha mãe, havia sido transferida, e para Joinville, claro que eu fiquei muito feliz. Mas, meu pai teria que continuar morando em Porto, e isso me deixou meio mal, eu o veria, apenas duas vezes ao mês, mas mesmo assim, eu preferia morar com minha mãe.
Depois de um mês, fui me despedir dos meus amigos, quando eu vi a Rafaela, corri para abraça-la, aperta-la, dei um beijo na bochecha, e me despedi.
Chegando em casa, arrumei minhas coisas, pois teria que ir para o aeroporto logo cedo. Dormi por apenas três horas. Me levantei quando o celular despertou. Me arrumei, peguei as malas fui até meu pai me despedir, e fui para o táxi.
Quando estava perto do aeroporto meu celular tocou, era o Lucas, atendi correndo, e contei que iria me mudar, ele quase gritou no telefone, começou a falar que me amava e que iria me esperar lá no aeroporto de Joinville. Automaticamente abriu um sorriso em meu rosto, dei tchau e desliguei. Minha mãe ficou meio que sem entender o motivo pelo qual eu fiquei boba.
Chegamos ao aeroporto, ficamos uma hora esperando o voo. Nos chamaram oito e quinze da manhã. Fiquei na cadeira da janela. Como Porto Alegre fica '' perto '' de Joinville, não demorou muito, mais ou menos 45 minutos.
Quando cheguei lá, fui pegar as malas, e fiquei procurando o Lucas... Depois de tanto procurar, vi um menino de calça jeans e uma blusa do Inter.
Fui até ele, quando ele se virou, fui até ele e dei um abraço. Era ele! Porém, não deu tempo para nada, minha mãe me viu, e foi correndo saber o que estava acontecendo. Foi automático, ela me puxou e fez explicar aquela cena. Então eu contei tudo para ele, desde a conversa em grupo. Ela ficou meio que comovida com a história, é ( risos ). Ela foi até o Lucas, e começou com aquelas falas tipicas de mãe, foi tenso.
Enfim, ela terminou aquela droga de conversa, e me chamou para ir embora. Então abracei ele, e fui com a minha mãe.
Chegamos no apartamento, onde iriamos morar. Ele era bom, tinha dois quartos, sala, cozinha, um banheiro grande, área de serviço. Minha mãe já havia providenciado, os móveis e a comida.
Eu estava muito cansada, então fui tomar um banho e almoçar. Antes de sair, liguei para meu pai, e falei do Lucas, ele ficou meio bravo mas acabou aceitando.
Fui almoçar, já era mais ou menos uma hora da tarde, então eu e minha mãe almoçamos e fomos em um shopping que havia ali perto.
Quando chegamos lá, fomos direto comprar roupas, como de costume. Dentro de uma loja, esbarrei com um menino, quando olhei para o rosto, era ele, com seu sorriso que me deixava sem fôlego, olhei fixamente para ele, minhas mãos suavam frio, e não conseguia parar de olhar aqueles lindos olhos castanhos esverdeados... Ficamos assim até que ele me chamou, e eu “ acordei “. Ele pediu para sair comigo, não pensei duas vezes, aceitei sem pensar duas vezes. Dei um beijo na bochecha. Fui ao encontro da minha mãe.
Passei a tarde inteira no shopping, comprei uma roupa para sair com o “Preto”. Cheguei de manhã, acordei acordei com minha mãe gritando:
Bruna, Bruna, 10 horas, acorda!
Levantei aos pulos, e fui tomar um café. Eu estava tão feliz, eu achava que nada poderia estregar aquele sonho! Sim, eu era idiota.
Minha mãe foi trabalhar quase meio-dia, e eu fiquei em casa. Estava em férias, então arrumei a casa. Quando terminei, fui procurar a roupa que eu gostasse para ir até a casa do Lucas.
Ele me ligou para passar o endereço e falou que me esperava lá as 7 da noite.
Eu me arrumei, coloquei uma blusa estampada, com uma saia de cintura alta preta, passei uma maquiagem básica, e sequei o cabelo. Quando olhei no relógio, ainda era seis e quinze, e como a casa do Lucas ficava meio longe, resolvi sair e pegar um taxi.
Cheguei lá, mais ou menos 18:45.
Como ele havia dito para mim entrar sem bater, eu entrei. Quando abri a porta estava meio escuro, quando fui na sala, ele estava aos beijos com outra menina, ele me viu e foi atrás de mim, eu dei um tapa nele, e fui para casa.
Acabei que fui morar com meu pai, e com esse “romance”, aprendi que nem sempre devemos confiar em todos, e em tudo o que dizem.
Nathany P. Borba
O que for pra ser vigora
“Coisas especiais acontecem por acaso. De uma hora para outra, você pode conhecer alguém.”
Puro clichê, verdadeiras histórias de amor demoram a acontecer. Ah, diferente do que falam por ai, nenhuma é igual a outra.
A nossa história está se formando pouco a pouco, afinal somos jovens. Lembro da primeira vez que te vi. Da primeira vez que falei contigo, pernas bambeando, coração batendo forte. Lembro também de observar que você se constrangia toda a vez que nossos olhares se encontravam.
E como não citar os desencontros? Eles tomaram boa parte do começo da nossa história. Nunca podíamos nos ver. E como eu sofria, pensando que nunca mais teria oportunidade de vê-lo novamente. Você demonstrava o mesmo desespero, a agonia de pensar como seria se os desencontros do passado não tivessem existido.
Mas, mesmo assim, continuamos a cultivar esse carinho que habita o nosso ver, continuamos ao ponto de explodir de desejo. O re-encontro foi magnífico , poucas palavras, muitos olhares, as bocas se encontraram como se soubessem de cor o caminho, os sorrisos que por mais abrangentes que fossem, não conseguiam expressar todo o amor que correu em nosso peito. E logo depois, o abraço apertado que veio acompanhado de um “nunca mais te deixo ir”.
E foi assim, a nossa história, diferente das demais admito, mas não menos bonita.
Uma história que prova, que mesmo nesse mundo onde desencontros acontecem, nada pode vencer corações amarrados pelo destino.
Eduarda V. Lima
Puro clichê, verdadeiras histórias de amor demoram a acontecer. Ah, diferente do que falam por ai, nenhuma é igual a outra.
A nossa história está se formando pouco a pouco, afinal somos jovens. Lembro da primeira vez que te vi. Da primeira vez que falei contigo, pernas bambeando, coração batendo forte. Lembro também de observar que você se constrangia toda a vez que nossos olhares se encontravam.
E como não citar os desencontros? Eles tomaram boa parte do começo da nossa história. Nunca podíamos nos ver. E como eu sofria, pensando que nunca mais teria oportunidade de vê-lo novamente. Você demonstrava o mesmo desespero, a agonia de pensar como seria se os desencontros do passado não tivessem existido.
Mas, mesmo assim, continuamos a cultivar esse carinho que habita o nosso ver, continuamos ao ponto de explodir de desejo. O re-encontro foi magnífico , poucas palavras, muitos olhares, as bocas se encontraram como se soubessem de cor o caminho, os sorrisos que por mais abrangentes que fossem, não conseguiam expressar todo o amor que correu em nosso peito. E logo depois, o abraço apertado que veio acompanhado de um “nunca mais te deixo ir”.
E foi assim, a nossa história, diferente das demais admito, mas não menos bonita.
Uma história que prova, que mesmo nesse mundo onde desencontros acontecem, nada pode vencer corações amarrados pelo destino.
Eduarda V. Lima
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Participação Especial de Ana Cristina.
Bom, a Ana nossa querida amiga. Vai ir para outro colégio, e agora vai falar algumas coisas sobre a vida dela, e comentar sobre o que está achando sobre o nosso blogger. A partir de agora, passo a palavra a Ana Cristina:
Oi gente! Tenho que dizer que estou muito triste de ter que deixar minhas amigas :( principalmente a Nathany, a Duda(gaúcha) e a Cintia, vou sentir muitas saudades , lindas amei o blogger de vocês !!! até logo! (:
Oi gente! Tenho que dizer que estou muito triste de ter que deixar minhas amigas :( principalmente a Nathany, a Duda(gaúcha) e a Cintia, vou sentir muitas saudades , lindas amei o blogger de vocês !!! até logo! (:
Hoje as 08:08 da manhã estou aqui no Blogger, para contar para vocês sobre o trabalho de "Super Herói" que a professora Aline pediu para a gente fazer. Eu fiz sobre um atacante do Internacional, que é o meu time do coração. Sobre o Rafael Sobis, a Nathany fez sobre a Angeline uma invenção dela. Bom, o meu super herói tem rapidez, e esperteza. A Angeline tem a facilidade de omitir os seus erros. Consegue ficar invisivél.. Cada um fez o seu super herói de um jeito diferente.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Porque fizemos esse blog ?
Então, antes de começarem a perguntar por que fizemos o blog, eu vou explicar. Nossa professora Aline, teve a idéia de criarmos o blog, para postarmos textos, trabalhos e coisas interessantes sobre nossas aulas de Português. Logo, iremos começar a postar os textos. Teremos textos sobre muitos assuntos. Espero que gostem do nosso blogger.
Assinar:
Postagens (Atom)